Poema do amigo aprendiz
Quero ser teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender ! E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças, Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias.
(Fernando Pessoa)
é sempre bom lembrar..
Quero ser teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender ! E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças, Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias.
(Fernando Pessoa)
é sempre bom lembrar..